..:: Sexta-feira, Setembro 21, 2012 ::..

Postais enviados pelo Postcrossing

Aproveitando o meu regresso ao Postcrossing e o facto de o programa permitir adicionar as imagens dos postais recebidos, vou mostrar-vos alguns dos postais que enviei nos primeiros anos e que chegaram aos destinos.

Para ver muitos dos postais que recebi, basta seguir a etiqueta Manda Mais Postais (que poderá não estar a funcionar -- este blogue está a morrer de velho!) e o flickr.

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..:: Quinta-feira, Setembro 20, 2012 ::..

Rubber Stampping

Tudo começou quando, em 2005, aderi ao Postcrossing e me cruzei com a chamada mail art e a proliferação de carimbos fofinhos e vintage nos postais e nos envelopes.

Como sabem, o Postcrossing é um projecto online ue permite trocar postais tradicionais com qualquer outra pessoa no mundo, aleatoriamente. É tão viciante como fazer carimbos a partir de borrachas se pode tornar.

Apesar de ser, isoladamente, barato enviar um postal para a Finlandia e outro para a China, quando juntamos uma dezena num envio já nos pesa na carteira -- que em verdade fica mais leve -- e quando se faz as contas ao fim do mês, podemos estar a falar de centenas de euros.

Foi por esse motivo, financeiro, que parei com o postcrossing há dois anos.
Só que esta semana reactivei a minha conta no projecto e quando resolvi decorar os postais com um carimbo integrante de um kit comprado há anos, lembrei-me que tinha ali à mão uma velha borracha verde. Resolvi então fazer o meu primeiro rubber stamp artesanal. Uma bicicleta.



A seguir lembrei-me de utilizar uma rolha de cortiça como cabo para o carimbo. Prendi a borracha à rolha com um alfinete, ficando a cabeça deste numa cavidade da borracha.



Mais tarde, em pesquisas na internet, constatei que a utilização de rolhas de cortiça na arte dos carimbos de borracha não foi nenhuma descoberta minha. eh eh
Com essa pesquisa encontrei também carimbos feitos com os topos das próprias rolhas e também experimentei alguns. Não se conseguem desenhos minúciosos mas com símbolos mais toscos exploram-se gráficos mais artesanais.

Portanto, a bicicleta foi o meu primeiro carimbo de borracha. Depois experimentei com cortiças e até com cartão -- por não ter uma folha de espuma para experimentar uma técnica que me pareceu simples e rápida.
Podem ver, em baixo, aqueles carimbos que ficaram melhor.


Clicar para aumentar.

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..:: Sexta-feira, Outubro 28, 2011 ::..

Cartas aos meus Romeos XXIII

Encontrei um rascunho para uma carta ou um postal que, creio, nunca foi enviada/o.
Não tenho sequer a certeza de para quem se destinava.
Diz assim:

«Pode um sorriso altamente contagioso ser considerado uma arma de destruição massiva do rigor?
E serão os berlinenses, pessoas demasiado sisudas?
Não sei, contas-me depois... depois de espalhares o ar da tua graça pela cidade...
Liebe grüsse
»


imagem: 123rf.com

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..:: Segunda-feira, Outubro 24, 2011 ::..

Ando a ler...


«Ei Nostradamus» de Douglas Coupland; versão portuguesa da Editorial Teorema.

Grávida e secretamente casada, Cheryl Anway escrevinha o que virão a ser o seu testamento e as suas últimas vontades, num dossier escolar, pouco antes de um desordeiro trio de colegas de aula desadaptados a abaterem e tiro no bar do seu liceu. Apanhada pela paranóia e pelo fervor religioso, a seguir ao massacre, a pequena e pachorrenta comunidade suburbana proclama os seus santos, estigmatiza os seus demónios e continua a sua vida. Mas, para um grupo de pessoas ainda abaladas por aquele dia horrível, a vida altera-se total e definitivamente.

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..:: Sexta-feira, Agosto 19, 2011 ::..

Esta semana houve antestreia

Esta semana fui à antestreia de "Lanterna Verde" do realizador Martin Campbell, com o actor Ryan Reynolds no principal palel, e á antestreia de "Benvindos ao Sul" do realizador Luca Miniero, com Alessandro Siani e Claudio Bisio nos principais papeis.

A entrada nas antestreias está condicionada a convite pessoal (gratuito). Por isso, ainda que se seja cobaia da 1ª sessão de um filme, nunca se sai dali a "chorar" o preço do bilhete, nem se toma isso em consideração quando se formula alguma opinião sobre o filme exibido. Ora, essa consideração do preço do bilhete é inevitável quando pagamos para ver um filme, e muito mais quando o filme não vale um cêntimo do que pagámos.

Lanterna Verde (Green Lantern)

No dia mais claro. Na noite mais densa.

Num universo tão vasto quanto misterioso, existe uma poderosa força há vários anos. Defensores da paz e da justiça, eles são o Corpo dos Lanternas Verdes - uma irmandade de guerreiros que jurou manter a ordem inter-galáctica, onde cada um utiliza um anel que lhe confere superpoderes. Mas quando surge um novo inimigo - Parallax - que ameaça destruir o equilíbrio do Universo, só existe uma pessoa capaz de mudar este destino: o novo recruta do Corpo, o primeiro humano alguma vez seleccionado - Hal Jordan.


O filme "Lanterna Verde" foi exibido em antestreia 3D, na passada Terça-feira. Se eu tivesse pago bilhete, teria custado quase 8 euros (incluindo os óculos 3D).
Ora, o filme não vale esse dinheiro todo! 8 euros dá para 2 pessoas jantarem em casa, jantarem bem, e sobra para alugar um bom filme no videoclube (do bairro ou da operadora de TV).
"Lanterna Verde" é fraco na história (um ligeirinho prólogo para as sequelas -- que não sei se existirão), é fraco na prestação de Ryan Reynolds, é fraco nos efeitos 3D.


Bem-vindo ao Sul (Benvenuti al sud)

Alberto é director de uma estação dos correios numa cidade pequena em Brianza e para agradar sua mulher Silvia, que gostaria de se mudar para Milão, está pronto para tudo, até mesmo fingir ser deficiente para entrar na lista e obter um emprego na grande metrópole. Mas o seu plano é descoberto e a punição de Alberto é ser transferido para uma pequena cidade perto de Nápoles onde terá de permanecer dois anos...




O filme "Bemvindos ao Sul" foi exibido em antestreia na Quarta-feira e é um exclusivo dos cinemas UCI (El Corte Inglés). Porque é que isso é importante? Porque à Quarta-feira o bilhete de cinema no El Corte Inglés custa apenas 4,50 euros, e esta versão italiana do filme francês "Benvindos ao Norte" é um belíssimo filme que pôs a sala cheia a rir à gargalhada.

As pessoas queixam-se que os bilhetes de cinema são caros e têm razão.
A redução de tarifa que acontece associada a um dia da semana ou a cartões de fidelização e "parceiros comerciais", devia, na minha opinião, estar associada à origem e à classificação do filme em género e idade.

É verdade que a bilheteira do El Corte Inglés, na Quarta-feira, tinha dezenas de metros de fila... mas estamos em Agosto e quase toda aquela gente estava visívelmente de férias.

Porque não existem cinemas "low-cost"?... com filmes antigos, ou com mais de 3 meses, e bilhetes a 3 euros no máximo?

Ainda há quem vá ao cinema num programa social, só naquela procura de distracção com os amigos, sem se importar muito com os filmes que vai apanhar disponíveis. Se o bilhete para os filmes menos procurados também fosse mais barato, provavelmente subia a procura, não?
Comédias românticas deviam ter desconto para casais; um filme classificado para menores de 12 anos devia ter desconto para crianças; documentários e filmes de interesse documental deviam ter desconto para estudantes; filmes portugueses deviam ter desconto quase sempre; filmes noutras línguas (excepto PT e ING) deviam ter desconto para emigrantes e turistas e isso devia ser divulgado nos locais próprios (faculdades/erasmus, hoteis/turismo), um filme em estreia podia ser mais caro, mas ao fim de 2 semanas já devia estar mais barato... todos os dias, em todas as sessões.

O conceito de «cinema alternativo» devia ser este! A alternativa na escolha e no preço.

Vá-se lá saber porquê, os cinemas por cá preferem trabalhar com (muitas) salas vazias...

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..:: Sábado, Agosto 13, 2011 ::..

Ando a ler...

Gestão do Tempo de Polly Bird

A nova colecção da Actual Editora - Espírito de Negócios - é iniciada com os dois títulos: 'Gestão do Tempo' e 'O poder do Pensamento Positivo nos negócios'. Esta colecção, que trimestralmente lançará um título novo, visa potenciar o desenvolvimento pessoal, numa perspectiva profissional.

Gestão do Tempo mostra-lhe como pode simplificar a sua vida quando gere melhor o seu tempo. As dicas e conselhos deste livro ajudam-no a reduzir o stress, a atingir os seus objectivos, a melhorar o seu desempenho no local de trabalho e a ter mais tempo para si. Oferece-lhe sugestões práticas para tomar decisões, delegar, organizar formação para a sua equipa, planear o seu tempo, reduzir papelada…e aprender a dizer não!


e também...
Livro Usado (numa viagem ao Japão) de Jacinto Lucas Pires

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..:: Quarta-feira, Maio 25, 2011 ::..

Norte de Espanha - outro reino das bicicletas (parte 1)

Em Abril viagei até ao Norte de Espanha e visitei 10 cidades desde Oviedo até Bilbao. O objectivo não era conhecer o uso que lá fazem da bicicleta, das ciclovias e das infraestrutas a isso dedicadas, mas foi impossível não lhes dar atenção.
Assim, aproveito para partilhar alguns dos exemplos de boas práticas de planeamento e
desenho de pormenor urbanos que me levaram, sem grande análise, a duas conclusões rápidas das quais parte agora este artigo.

- Não é preciso ir muito longe para aprender como se integra a bicicleta no trânsito das cidades e se desenham ciclovias;
- Pode bastar implementar um serviço de bicicletas partilhadas para aumentar muito o número de utilizadores (do próprio sistema e de bicicletas particulares).


Não é preciso, portanto, ir a Amesterdão ou a Copenhaga, a Marraqueche ou a São Francisco, para exemplificar a utilização da bicicleta como transporte urbano e depois ter que ouvir argumentos do calibre de um «Ah e tal mas em Lisboa não sei quê e o camandro das colinas e das calçadas e das horas de ponta!»

Vamos ver como e faz a circulação de bicicletas parecer uma coisa natural que sempre
lá esteve, como se reconquista o espaço urbano para as pessoas sem banir ninguém e como se fecham aos automóveis os centros históricos sem os desertificar.


OVIEDO - a eficácia das "Zonas 30".

A primeira cidade que vistei foi Oviedo, no Principado das Astúrias.
Não avistei muitas bicicletas na cidade, não me apercebi que houvesse algum serviço de "bike-sharing", apesar de o centro histórico ter um trânsito bastante acalmado e, em algumas zonas, ser convincentemente pedonalizado.

De facto, sei agora, que desde o princípio deste ano, tenta-se, em Oviedo, incentivar o uso das bicicletas, com iniciativas como a implantação de "zonas 30" de velocidade reduzida. Uma medida que, segundo os seus impulsionadores, tem sido mais eficaz que a implantação de ciclovias. A Bicicleta passa a ser um veículo especialmente protegido.
Na capital asturiana a velocidade real dos automóveis está entre os 15 e os 25 Km/h. A horas de ponta, para percorrer 7 kilómetros no centro é mais eficaz usar a bicicleta que ir de automóvel. O núcleo central, chamado "Oviedo redondo", é uma das "zonas 30" já implementadas.
A implantacão da "zona 30" tem sido acompanhada por outras medidas como a instalacão de parques para bicicletas, mas, de facto, por onde andei, cruzei-me pouquíssimas vezes com 2 rodas a pedais na cidade de Oviedo. Isto pode não querer dizer nada a desfavor da realidade bici, quando a minha visita era fortemente turística e virada para o património histórico arquitectónico e começou por ser totalmente desatenta às questões de trafego e mobilidade
na cidade
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Sei agora que esta inciativa ovidence é, juntamente com Toulouse, Lisboa (através da
agência municipal Lisboa E-Nova), Huelva, Burgos e Ponferrada, parte do projecto "Sumobis" que tem como objectivo planificar e melhorar a mobilidade nas cidades.

A Massa Crítica de Oviedo (1ªs Sextas-feiras de cada mês) e a "Asturies ConBici" - Asociación de ciclistas urbanos y cicloturistas de alforjas - também se debatem por estas causas, "corrigindo" anos e anos de atitude contrária e preconceituosa por parte do Ayuntamento.

Apesar de num primeiro relance não se avistar bicicletas em Oviedo, a cidade até tem uma comunidade de «fixeros», a tribo das fixed gear bikes que, entre outras coisas, se dedica a apuramentos para os campeonatos de Bike Polo em Barcelona.





Imagens: Uma bicicleta junto ao novíssimo Palácio de Congressos Princesa Letizia e duas bicicletas de "calibre" e destinos muito diferentes parqueadas lado a lado algures na cidade.


Próximo capítulo (parte 2): Gijón - como começar.

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..:: Quarta-feira, Março 30, 2011 ::..

Nunca é tarde para se ter uma infância feliz.

Um dia decidi aprender a andar de bicicleta. Farta de ver todos os meus amigos a pedalar para cá e para lá, peguei na velha BMX e fui para a praceta tentar.
O meu pai ficou por perto para ver se eu caía ou se batia contra algum carro estacionado. Dizia ele - "Tens de olhar em frente, para a linha do horizonte! Não olhes para a roda!"
Estava decidida a conseguir. Ao fim de uma hora já pedalava, subia a rua, fazia curvas largas. Apareceu um amigo meu com a sua bicicleta e ficou admirado e contente por também me ver pedalar para lá e para cá. Ao fim de algum tempo dei um grande trambolhão, fiquei com os joelhos e as mãos ensanguentadas, a direcção da bicicleta ficou torcida. Mas nos dias seguintes lá estava eu na praceta outra vez, a tentar fazer uns "oitos" e não desistia até ser noite e a mãe chamar muitas vezes para o jantar.

Eu tinha 30 anos.

imagem: getty images

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..:: Sexta-feira, Março 25, 2011 ::..

Se os teus Domingos são uma seca, vem andar de bicicleta!



Evento no facebook : [LIKE!]

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..:: Sexta-feira, Março 18, 2011 ::..

Ao que vem quem cá vem III

Há imenso tempo que não fazia um artigo nesta rúbrica.

Acontece que reparei agora que a Blogger também oferece um estudo estatístico sobre as fontes de táfego e as características "electrónicas" do público que visita aqui o quanto-a-mmmim.

Este bolgue está quase a celebrar o 7º aniversário e é um espelho plano de mim mesma ao longo deste período. Nunca mudou de "background", de título, de cores, de tipo de letra, mas os temas dominantes mudam sempre que eu, de alguma forma, mudo também. Talvez por isso, por o blogue ser, por definição e definitivamente, extremamente pessoal, o público que cá vem continua a vir por acaso, na sequência de pesquisas em motores de busca, não é seguidor, não fica muito tempo, não se preocupa em voltar.

O quadro estatístico da Blogger abrange apenas o período a partir de Maio de 2010 - ainda assim eu só reparei agora que ele existe!

Há coisas interessantes a concluir sobre o público que tem visitado o meu bogue, e de alguma forma será pertinente confrontar as estatísticas da Blogger com as do Sitemeter que acusa, de momento, mais de 42 880 visitas desde que foi implementado, muito no início. Isso pode não parecer nada para um "spot" que já tem 7 anos, mas...

O blogue está escrito em português, o que parece não impedir as visitas de países não falantes desta língua.
No período de quase um ano, de Maio de 2010 a Março de 2011, o quanto-a-mmmim recebeu 11 008 visitas do Brasil, 3 705 de Portugal, 742 dos Estados Unidos, 645 da Rússia, 201 de Espanha, 170 da Holanda, 164 da Suécia e umas migalhas de outros países, entre os quais o Japão.

Ao que vem quem cá vem?
Segundo o servidor as principais fontes de tráfego são os motores de busca e a palavra mais pesquisada é "triciclos"!! Também "bicicletas", títulos de livros e... "truques da sueca"!!

É interessante, por exemplo, perceber que, embora não tenha qualquer tipo de formatação compatível ou preocupação em facilitar as acessibilidades, o quanto-a-mmmim é visualizado, muitas vezes, através de dispositivos móveis, como telemóveis, PDA, etc. O que sobra destas percentagens de visualizações por navegador, é quase tudo de dispositivos móveis: Internet Explorer 63%; Firefox 20%; Chrome 12%.
Também a estatística sobre o Sistema Operativo do público visitante corrobora isso - ainda que o Windows bata os 96%, há umas migalhas que viram isto no IPad, no IPhone, no Ipod e no BlackBerry!

O quadro estatístico da Blogger diz ainda que, durante os últimos 10 meses, aquele que guarda o recorde de acessos é Julho de 2010.

Vamos ver então o que diz o Sitemeter.
Este começa logo por dizer que, nso últimos 12 meses, o mês com mais visitas foi Setembro de 2010.
Revela que 29% das visitas vem de países não identificados, 28% acedem em Portugal e 26% no Brasil. Acrescenta 13% nos Estados Unidos e 4% em Espanha.
Quanto ao Sistema Operativo dos visitantes, eventualmente de dispositivos móveis, acusa ali uns 10,8% de sistemas desconhecidos e identifica 1,2% da Nokia. Já no que diz respeito a "web browsers" deixa transparecer 26,3% de acessos com o Safari para a soma de 41,4% em Internet Explorer.

O Sitemeter diz que, quem cá vem chega essencialmente na sequência de buscas e principalmente de buscas de imagens. Por isso, muitas vezes entram por páginas antigas adentro, o que faz com que o quanto-a-mmmim esteja constantemente a ser revisitado na sua memória. Também revela que saem exactamente por onde entraram, sem querer navegar "debaixo de água azul a ferver".

O grande vencedor das últimas contabilizações é este artigo poético sobre a Perspectiva em pintura/desenho, de Janeiro de 2008.
Contudo, um artigo recente, de alto interesse público, fez disparar o contador. O artigo sobre os museus com entrada gratuíta aos Domingos de manhã, fez cá cair uma carrada de visitantes. Terão ficado bem servidos? Será que vão voltar?


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..:: Quinta-feira, Março 17, 2011 ::..

re-food


Hoje encontrei esta bicicleta para carga numa rua de Lisboa e, quando parei para fotografá-la, o dono interpelou-me e acabámos por conversar sobre o porquê da coisa.

Tratava-se de um voluntário (por ventura o mentor) do projecto re-food - redireccionando refeições a quem tem fome, que teve início no dia 9 de Março e que consiste na recolha de sobras de comida em restaurantes, padarias, supermercados, pastelarias, etc., na freguesia de Nossa Senhora de Fátima -- O programa Piloto está a ser implementado na Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, no coração de Lisboa, nos primeiros meses de 2011 – e vai, em breve, para as outras freguesias vizinhas.

Este projecto pretende unir esforços com o movimento Acaba com o Desperdíçio Alimentar de António Costa Pereira, de que se tem falado nos meios noticiosos. Contudo António Costa Pereira, confirmou-me que «O projecto re-food é completamente independente com o projecto para “ACABAR COM O DESPERDÍCIO ALIMENTAR”...»

O que me chamou a atenção neste projecto "re-food" foi o facto de a recolha dos alimentos ser feita em bicicleta e, por isso, procurarem voluntários que possam dispender do seu tempo e da sua bicicleta (com alguma capacidade de carga) para essa tarefa.

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..:: Quarta-feira, Março 16, 2011 ::..

De bicicleta para o emprego? Qual emprego? (parte 4) [3]

Será que a campanha de Censos 2011 fará também o retrato de quem vai habitualmente de bicicleta para o local de trabalho ou de estudo?
Sim, consta. Seja esse retrato focado ou desfocado, lá está a opção "Bicicleta" nas respostas ao questionário individual.



Mas, no que diz respeito ao emprego, parece que a lente da máquina fotográfica dos Censos está muito desfocada à partida, já que pretende, descarada e porcamente, ocultar detrás de um filtro rosado a verdadeira expressão dos chamados "falsos recibos verdes".



Quanto a mim, deparei-me com dúvidas nas respostas logo desde a entrega dos questionários à porta da habitação. Na verdade não sabia ao certo o que responder à aparentemente simples questão "Quantas pessoas residem nesta casa?". Naquele momento eramos 4, mas agora somos 3 como grande parte do tempo, mas muitas vezes é só 1, mais raramente são 2 e semestralmente podem ser 5.

Entretanto fui consultar a página de esclarecimentos dos Censos 2011, e encontrei lá uma questão que podia ter sido eu a fazer.

«46. Não tenho um local de trabalho fixo. O que devo responder na pergunta sobre as deslocações para o local de trabalho ?

As pessoas sem local de trabalho fixo ou habitual e que no inicio do período não reportam a um local de trabalho fixo, devem considerar o local onde se situa a entidade para quem trabalham. Se trabalha por conta própria sem ter local de trabalho habitual responda relativamente à última deslocação efectuada.
»

Sendo[1] assim, vou responder "Bicicleta"[2]!
_____
[1] sendo o que eu quiser responder, em verdade.
[2] para não responder "a pé", em rigor, nem "comboio", da maior distância, até porque estou chateada com a CP.
[3] parte 3 aqui.

Imagens: dos questionários dos Censos 2011.

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..:: Terça-feira, Março 15, 2011 ::..

Trazer-me o céu de Lisboa



Centro de Investigação do Desconhecido, da Fundação Champalimaud.

foto: mmm

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..:: Quinta-feira, Março 10, 2011 ::..

[EG] Entrada Gratuita
Missão: 1 Museu por Domingo

Regra geral os museus tutelados pelo Instituto dos Museus e da Conservação oferecem entrada gratuíta aos Domingos até às 14 horas. A lista é extensa, incluí Museus e Palácios, em todo o país.
É muita borla!
À rasca, à rasca é sair da cama num Domingo de manhã!

Na região de Lisboa incluí:
Palácio Nacional de Mafra *
Palácio Nacional de Sintra *
Palácio Nacional de Queluz *
Palácio Nacional da Ajuda *
Museu Nacional do Traje *
Museu Nacional do Teatro *
Museu da Música *
Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves *
Museu Nacional do Azulejo *
Museu do Chiado - Museu Nacional de Arte Contemporânea *
Museu Nacional de Arte Antiga *
Museu Nacional dos Coches *
Museu Nacional de Etnologia *
Museu Nacional de Arqueologia *

* - Com entrada gratuita aos Domingos até às 14 horas.

Não obstante, muitos dos outros museus integrantes da Rede Portuguesa de Museus bem como outros museus não tutelados por estas entidades, também oferecem insenção de pagamento de ingressos em algum dia da semana ou do mês.
Por exemplo, e ainda na região de Lisboa:
Museu Calouste Gulbenkian -- Domingos
Museu Berardo -- todos os dias
Museu da Marinha -- Domingos de manhã
Museu do Oriente -- Sexta-feira (18h-22h)
Museu das Comunicações -- na última Quinta-feira do mês (18h-22)
Museu da Marioneta -- Domingos de manhã
Museu de São Roque -- Domingos de manhã
Museu da Cidade (Lisboa) -- Domingos de manhã
Museu Rafael Bordalo Pinheiro -- Domingos de manhã
Casa Fernando Pessoa - todos os dias
Casa-Museu Medeiros e Almeida -- Sábados de manhã
Museu do Banco de Portugal -- todos os dias utéis
Museu Nacional de História Natural -- Domingos de manhã (não inc. Jardim Botânico)
Museu de Cerâmica de Sacavém -- Domingos
Museu do Ar (Alverca)-- Domingos de manhã
Museu Municipal de Vila Franca de Xira -- todos os dias utéis


E agora que a televião analógica vai "apagar", ficas em casa a fazer o quê?
Larga o facebook, vai a um museu! ;)

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..:: Segunda-feira, Março 07, 2011 ::..

Um dia vais achar que tens de trocar de bicicleta...

Daquele anúncio da Sumol que diz “um dia vais achar que tens de trocar de carro de 4 em 4 anos”, não sei se é essa a média dos automobilistas, mas vejo os ciclistas (não atletas) a trocar de bicicleta de 4 em 4 meses, ou porque a desgastam todos os dias, ou simplesmente porque podem e querem conduzir um modelo diferente, por ventura mais recente.

Quanto a mim, que aprendi a andar de bicicleta há 9 meses, pode dizer-se que já vou no 4º modelo mas... todas foram bicicletas de roda 20"!
À primeira - uma Esmaltina BMX antiga - com a qual me disponibilizei a aprender, seguiram-se 3 modelos de bicicletas dobráveis.

Acontece que começo a sentir necessidade de saltar para um quadro "normal" e uma roda maior, que já experimentei até à 28" de estrada, mas que ainda não utilizei com regularidade em transito.

Imagem: Sumol

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